Noblat: desfazendo o engano
5 de agosto de 2009 / 21:22
Não é verdadeira a informação de que o senador José Sarney assinou contrato de patrocínio cultural com a Petrobras em nome da Fundação José Sarney, como afirma o post ‘Não tenho ingerência administrativa na Fundação Sarney’, do Blog do Noblat. Na foto publicada no post, Sarney está assinando o documento na condição de testemunha. Quem firmou o contrato em nome da Fundação foi o diretor executivo Fernando Belfort, representando o presidente da entidade, José Carlos Sousa Silva. (para visualizar clique aqui)
A Petrobras também esclarece que, ao contrário do que afirma o Blog do Noblat, o projeto para recuperação e informatização do acervo do ex-presidente foi executado e todas as contrapartidas foram realizadas. A digitalização do acervo não estava incluída no projeto de patrocínio da Companhia.
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8 de agosto de 2009 às 01:25
Chegou a hora de ensinar os políticos “terceiro mundistas” que a prática da “cortina de fumaça” (Sarney) é realmente prática de terceiro mundo. chegou a hora de acabar com essa palhaçada:-D
7 de agosto de 2009 às 16:30
A “testemunha” é nada menos que o presidente vitalício da Fundação em questão, e o maior interessado. Foi só coincidência ele estar presente como testemunha, na verdade ele não dá as cartas nesta fundação que leva o seu nome.
PS: eu também acredito em duendes e no Papai Noel.
7 de agosto de 2009 às 08:52
Parabéns Petrobrás, tudo o que diz respeito à presidência da República é preciso mesmo ter cuidado e carinho pois é documento histórico e faz parte do povo brasileiro, nada mais justo que a Petrobrás tenha patrocinado a informatização dos conteúdos da era do ex-presidente da repúblcia José Sarney, a história da presidência da república tem que ser preservada independente de quem seja o seu presidente, é história do País e as gerações futuras irão agradecer a Petrobrás pelo empenho e cuidado desses documentos. O PIG é que não entende nada de história, aliás eles só contam as estórias dos colonizados para eles é só essa estória que vale, infelizmente.
7 de agosto de 2009 às 05:19
Credibilidade perdida não volta. Nunca mais.
7 de agosto de 2009 às 10:03
Putz…
Também o velho Sarney quer aparecer em tudo que é foto… e ai se mete até em assinatura de testemunha prá aparecer.
O que a necessidade de mais poder não faz, né ?
sds,
cb
7 de agosto de 2009 às 00:02
[...] “Não é verdadeira a informação de que o senador José Sarney assinou contrato de patrocínio cultural com a Petrobras em nome da Fundação José Sarney, como afirma o post ‘Não tenho ingerência administrativa na Fundação Sarney’, do Blog do Noblat. Na foto publicada no post, Sarney está assinando o documento na condição de testemunha. Quem firmou o contrato em nome da Fundação foi o diretor executivo Fernando Belfort, representando o presidente da entidade, José Carlos Sousa Silva. (para visualizar clique aqui). A Petrobras também esclarece que, ao contrário do que afirma o Blog do Noblat, o projeto para recuperação e informatização do acervo do ex-presidente foi executado e todas as contrapartidas foram realizadas. A digitalização do acervo não estava incluída no projeto de patrocínio da Companhia.” Do blog Fatos e Dados [...]
6 de agosto de 2009 às 13:28
parabens pelos mais de 1.200 mil acessos!! viva a petrobras do brasil*
6 de agosto de 2009 às 11:42
Sera que ele tem a mesma preocupação com o iFHC?
6 de agosto de 2009 às 11:32
É interessante que nós divulgassemos via web um boicote a essas empresa(mídias) para que o consumidor não adquira os produtos delas(revistas, jornais, etc.) assim sofreria mais e quem sabe, poderia rever seus posicionamentos anti-democráticos que elas práticam.
7 de agosto de 2009 às 15:48
Estou de acordo, Márcio. Era melhor na época da ditadura, quando os jornais não podiam sair sem que as notícias fossem filtradas. Acho, inclusive, que deveríamos ter uma imprensa nos moldes das grandes democracias, como Cuba e Irã. Quem está certo é o grande companheiro e amigo do Brasil, Hugo Chavez, que só na semana passada fechou mais de 130 rádios. Assim não teríamos que ler, nem ouvir, notícias mentirosas sobre pessoas da mais alta probidade(procure o termo no dicionário), como os senhores José Sarney e Renan Calheiros. A imprensa no Brasil teve uma fase boa apenas quando falava mal do governo anterior (e com razão, diga-se de passagem). Aí sim era importante e cômodo defender os jornais. Mas muita coisa noticiada no passado se revelou da mais extrema mentira, como por exemplo o que foi dito sobre o Collor. Hoje, graças aos nossos políticos, ele está sendo elevado à importância que merece. Parabéns pelo seu pensamento democrático.
7 de agosto de 2009 às 16:54
A imprensa brasileira engaja seu noticiário em “causas” a depender dos interesses econômicos que sensibilizem seus editores/diretores/proprietários. O que era interessante pode, em algum momento, deixar de ser ou mesmo não ter como segurar mais. Isso valeu para a ditadura X diretas já, Maluf X Tancredo/Sarney, para Lula X Collor, para impeachment X Collor, para a privataria X estatismo, para Mensalão X Governo Lula, para Yeda X povo gaúcho, para Serra/Alston X oposição paulista, e agora para Governo Lula/Petrobras X PSDB/DEM. É um jogo de interesses e cabe a nós leitores dicernir o que é plausível supor e o que é inverossímel.
6 de agosto de 2009 às 11:18
Acho que a mídia brasileira está vivendo um momento de crise. Vemos jornais, tv’s e revistas utilizando estes meios para fins claramente políticos, como nunca antes, não importando a veracidade da notícia. As informações são totalmente manipuladas e jogadas para nós como sendo verídicas. Chega a ser uma afronta a nossa inteligência. E aonde está a “ética” de que “eles” tanto falam ? É um vale tudo ?
6 de agosto de 2009 às 10:58
DEVE SER ACIONADO NO CONSELHO OU ORDEM DOS JORMALISTAS E JULGADO PELOS SEUS PARES E ASSIM VEREMOS ONDE TAMBEM ESTARÁ O CORPORATIVISMO, POIS TODOS OS SEUS PARES SABEM TUDO UNS DOS OUTROS, MUITO SEMELHANTE A UMA ”OUTRA CASA” LÁ NO DF.
6 de agosto de 2009 às 13:05
Não existe entidade disciplinadora das atividades. Em nome da “liberdade de imprensa”, barões da mídia impediram a criação.
A Federação Nacional dos Jornalistas, FENAJ,de caráter sindical, mantém absoluto e espantoso silêncio ante o que está acontecendo – fatos que ferem o próprio “Código de Ética dos Jornalistas”.
7 de agosto de 2009 às 10:08
Argh…
Censura nunca mais !!!!
Já bastam as pautas dos donos das grandes empresas de comunicação, incluindo ai a Petrobras (que é mais uma grande empresa de comunicação)…
Cada um que ponha suas idéias onde quiser, e que tenhamos direito a resposta.
Pobres de nós, pequenos jornalistas, se começarem a aplicar algum código de verdade absoluta no jornalismo… sabemos bem no que vai dar.
bjs a todos,
cb
6 de agosto de 2009 às 10:34
Esse senhor Noblat por anos recebeu de forma sigilosa salário do senado, graças ao senador Efraim Moraes (DEM/PB).
O que ele escreve deve ser considerado apenas um exercício de leitura, sem qualquer vínculo com a verdade.
Até poucos dias era possível ver o recibo (com nome incompleto) no link abaixo :
http://www.senado.gov.br/sf/contratos/empresaContratada.asp?o=1&e=RICARDO+JOS%C9+DELGADO
6 de agosto de 2009 às 14:46
Esse escândalo todo mundo conhece bem… Não adianta a imprensa esconder. Agente sabe. Mas em resposta, ele disse que trabaiava de graça pro Senado, não é??? Esse Noblatzinho… Adora trabaiá de graça… Ô homi, viu…
6 de agosto de 2009 às 09:43
Já sei. Vou criar uma fundação com o meu nome e vou nomear um presidente para geri-la. Na hora de aparecer na foto assinando um documento, será apenas como testemunha.
6 de agosto de 2009 às 15:49
Tá certo, Pacificador, em parte eu partilho da tua desconfiança, mas em parte você precisa reconhecer que a Petrobras não tem nada a ver com isso.
6 de agosto de 2009 às 17:05
Caro Pacificador:
A sua linha de raciocinio é tão pobre quanto a do Noblat,ou seja,condenar mesmo antes de analisar o fato.Como foi explicado no texto a PETROBRAS não tem nada a ver com isso.
7 de agosto de 2009 às 09:50
Obrigado pela resposta, Marcos Aarão. Diferente do que sugeres, e diferente do que o sr. Belmiro (na outra resposta) infelizmente me acusa, eu não disse nem quis significar que a Petrobras tenha algo “a ver com isso”.
6 de agosto de 2009 às 09:18
No blá blá ganhou alguma notoriedade no meio jornalístico por que durante algum tempo possuía uma fonte muito próxima do poder em Brasília: Fernando Henrique Cardoso.
6 de agosto de 2009 às 09:10
Ah!, sim, os jornais…Muitas vezes a única verdade dentro de um jornal é a data impressa. Como dizia o saudoso Raul Seixas, não preciso ler jornais mentir sozinho eu sou capaz.
6 de agosto de 2009 às 08:45
O BIÔNICO ………. “NOBLAT”
É realmente esta palavra “OCINÔIB” que estranho! É que quando Eu voltei ao Blog BR, vi a foto com o Presidente Sarney fazendo um gesto de que estava assinando. Não vi nenhuma câmara e nenhum fotografo com lentes também “OCINÔIB” que nos mostrasse na íntegra o tal documento. Como posso acreditar!
Desculpe! Vi pelo espelho!
6 de agosto de 2009 às 07:51
Noblat, fala com a minha mão, porque talvez ela acredita no que você diz de besteiras.
6 de agosto de 2009 às 06:42
Capa da Folha de Ontem:
Governo pretende ficar com 80% do petroleo do pre-sal
Onde está escrito Governo deveria ser escrito União, o velho joguinho sacana da manipulação e da contra-informação, a sutil troca leva o desatento leitor a supeitar do seguinte:
Governo Lula se acha dono do pré-sal.
Aliás, pra mim, 80% ainda é muito pouco, acho 110% mais elegante, justo e racional… engraçado, a big-press recentemente publicou um artigo de “um especialista em petróleo e quiromancia” jurando de pé junto que a Petrobrás vai é topar com um monte de poços-secos, mais uma vez a própria midia se desmentindo nas entrelinhas.
6 de agosto de 2009 às 01:44
Ninguém aguenta mais esses jornalistas a serviço do PSDB mentindo apenas para atingir Sarney. A Petrobras fez certo ao falar a verdade. Não se pode mais aturar este tipo de coisa. A Lúcia Hipólito faz o mesmo todo dia. Até quando?
6 de agosto de 2009 às 01:44
É o blá-blá-blá do PIG, que ouvimos todo dia, tentando sabotar o Brasil. Esse blog veio em boa hora. A cada dia esse pessoal está mais desacreditado.
6 de agosto de 2009 às 01:37
Pense num “jornalista” sem credibilidade é o tal do Noblat. Eu acompanho o seu perfil no twitter e é incrível como ele não dar uma palavrinha sobre os escandalos do PSDB, a exemplo da Yeda no RS. Ele ama mesmo é a Petrobrás, o Lula, o Sarney. É tanto ódio que termina se transformando num amor obsecado. Como disse um leitor no twitter, ele acorda, toma café, almoça, janta, dormi e sonha com o Lula, com o Sarney e agora com a Petrobrás.
5 de agosto de 2009 às 23:21
O castelo de areia construído por mentiras, calúnias e difamações para desgastar a imagem da PETROBRAS com a CPI e contra o presidente do sanado, José Sarney, já começou a desmoronar com a defesa que o Presidente do senado apresentou.
“O silêncio reinou”.
Principalmente quando ele mostrou a falsificação de gravação da suposta conversa que envolvia-o. ( As mãos trêmulas pela idade, a voz com sinais de cansaço, o esforço de se defender misturado com a humildade, o respeito com a INSTITUIÇÃO SENADO, a trajetória política, a meu ver foi o suficiente)
“Atirem a primeira pedra aquele que não tem pecado”. E o silêncio reinou!…
Que tenhamos ventos de DEMOCRACIA e NÃO tempestades de injustiças.
A mídia que se cuide agora para explicar as mentiras, as injustiças cometidas ao produzir esta crise no senado, o desgaste de pessoas inocentes, o desgaste da imagem da PETROBRAS e de seus funcionários.
Para mim ficou bem claro que tudo é um jogo de cartas marcadas, estratégia política eleitoral focando sucessão Presidencial do Presidente LULA em 2010. “Que DEUS dê serenidade e juízo a todos”
5 de agosto de 2009 às 23:11
Noblat é mais um inepto.
Senadores ineptos, com representações ineptas criadas por “jornalistas” ineptos.
5 de agosto de 2009 às 23:08
O PIG está desesperado. Cada vez mente mais e é mais desmascarado na INTERNET.
São tão arrogantes, que fingiram que não era nem com eles e continuam a mentir e a serem desmascarados pela Internet. Até quando vai esse processo? Acho que esse processo continuará até o fim dessa midia obsoleta, que irá morrer por sua falta de ética , por por seu partidarismo conservador e por seu desequilíbrio.
Os instantes atuais são outros. Parece que finalmente estamos entrando no século XXI….
5 de agosto de 2009 às 22:42
esse PiG… não se emenda!
Democratização das midias escritas, televisadas e das ondas do rádio, já!
6 de agosto de 2009 às 10:09
O que quer dizer com “democratização”? Fechamento, censura, revogar concessões? Já tem gente ensaiando isso em nosso sofrido hemisfério sul…
6 de agosto de 2009 às 11:32
Não é necessário o modelo Chavez.
Poderiam começar, apenas, com a resposta no mesmo modelo da matéria. Uma capa com erro de informação implicaria numa capa no dia seguinte com a correção. Não nas letrinhas pequenas das páginas internas.
O que não dá é escrever o que quiser, criando-se até instabilidade institucional no país, e achar que isso é liberdade, e ponto.
Liberdade implica responsabilidade de seu uso.
6 de agosto de 2009 às 11:51
Aos jornais e revista, melhor que a resposta venha dos leitores, como já está acontecendo – e da Justiça, sempre que alguém queira direito de resposta.
.
Mas para tevês e rádios, pelo alcance que têm, é necessário que se implante sistema de freios de modo a impedir abusos (caso Globo na eleição 1982 no Rio e edição do 2º debate na eleição de 1989), que veículos sejam conduzidos/geridos como meros balcões de negócios privados, a serviço de partidos, a serviço de tentativas de golpes.
Sugestão: http://www.proconferenciaparana.com.br
6 de agosto de 2009 às 14:06
Mas no modelo Chaves teve o agravante dessa mídia ter tentado um golpe de Estado, e não estar nem aí para os interesses do povo.
5 de agosto de 2009 às 22:23
Noblat ben da cabeça não!
5 de agosto de 2009 às 22:07
Por isso que o nome desse fulano é Nobla-bla-blat. Tudo sem conteúdo e sem verdades. Em resumo: blá-blá-blá.
5 de agosto de 2009 às 21:33
Engano? A Petrobras deu para ser generosa agora. O que o Noblat fez foi o clássico jornalismo de encomenda. Aproveitou a foto para juntar o útil ao agradável, bater no Sarney e bater na Petrobras. Se deu mal.