O Globo: Petrobras é destaque em ranking de transparência

7 de julho de 2009 / 11:32

Nota publicada na edição desta terça-feira (7/7) na página 10 do caderno Razão Social do jornal O Globo.

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Categorias: Artigos

18 respostas para “O Globo: Petrobras é destaque em ranking de transparência”

  1. Herval Junior disse:

    Agora sim , ficou bem melhor . O layout do blog está 10.Parabéns!

  2. bondeblog disse:

    É capaz da Senhora Amelia Gonzales que faz um belo trabalho na Revista e blog Razão Social levar um “puxão de orelha” por mostrar o destaque FAVORÁVEL dado a Petrobras, justo nesse momento em que o jornal O Globo faz serrada campanha contra.

    Estou impressionado como o jornal usa e abusa de forma raivosa dos termos “petista”, “sindicalista” e tem deturpado manchetes e fatos.

    Publiquei matéria sobre o tema: “A oposição é apenas um jornal” em que procuro chamar a atenção sobre essa tendência preocupante de parte da imprensa.

    Parabéns pelo novo formato do blog

  3. Angelo Frizzo disse:

    MESMO SENDO UMA “NOTINHA ESCONDIDA”, FICO IMAGINANDO A RAIVA, O DESESPERO, A DESILUSÃO, ….A…
    Mesmo assim estou “morrendo” de rir deles e cheio de orgulho.

  4. Robson disse:

    A mesma imparcialidade dada ao que é positivo deveria ser dada ao que é negativo. O papel da imprensa é de informar com responsabilidade e não de montar um exército de burros motivados.

  5. Luiz disse:

    Carlos (13:58) – Tem tamanho razoável, não sei se será aceito:

    O Estado de S. Paulo – 01/07/2009

    Os Estados Unidos exploram petróleo desde 1859 e, valendo-se de suas grandes jazidas, transformaram essa fonte de energia em instrumento para sua consolidação como potência econômica. Tendo sido, por muito tempo, o maior produtor mundial, vislumbram um cenário de incertezas ao constatar o declínio acelerado de suas reservas, que durarão apenas mais 12 anos.

    Tal situação é acompanhada pelos governos americanos há muito tempo, e é o fator determinante no planejamento estratégico das ações externas daquele país. Muitas delas são apresentadas sob argumentos dissimulados, como a ocupação do território do Iraque – dono da terceira maior reserva mundial – ou a ocupação do Afeganistão, rota adequada para escoar a produção petrolífera de antigas repúblicas soviéticas.

    Essas operações bélicas estão redundando em vergonhosos fracassos, tanto pelo motivo oficial – o combate ao terrorismo – quanto pelo oculto, o controle das jazidas e a segurança dos oleodutos.

    Até os anos 60 do século passado, os Estados Unidos e os demais países industrializados do Hemisfério Norte se valiam das grandes empresas privadas de exploração e refino de petróleo – historicamente conhecidas como as “Sete Irmãs” -, que, sediadas nesses países, dominavam as principais reservas petrolíferas do planeta.

    Nos últimos 40 anos, porém, um crescente movimento de nacionalização e volta ao controle estatal da maior parte das jazidas mundiais, notadamente no Oriente Médio e em países como a Rússia e a Venezuela, tem resultado na drástica redução dos estoques disponíveis para exploração por terceiros e na rentabilidade daquelas poderosas empresas, das quais, hoje, restam apenas quatro.

    Vislumbrando a escassez, encontrar novas fronteiras petrolíferas e poder assumir o controle delas transformou-se em verdadeira obsessão, razão maior de as atenções estarem, cada vez mais, voltadas para o pré-sal brasileiro.

    As atuais reservas do Brasil chegam a 13 bilhões de barris e asseguram nossas necessidades por apenas 19 anos. Com a exploração das jazidas do pré-sal, em 2015, o País poderá, inclusive, se tornar exportador de pelo menos 1 milhão de barris por dia.

    Se consideradas as atuais cotações de US$ 50 por barril, numa visão tímida do disputado mercado mundial, podem-se projetar exportações de US$ 21 bilhões por ano. Com preços de US$ 100 por barril, até 2010, previsão bastante realista se lembrarmos que o mercado já conviveu com cotações superiores a US$ 140, o País poderá acrescentar um mínimo de US$ 42 bilhões anuais na balança comercial.

    As possibilidades do pré-sal, no entanto, tornam esses cálculos acanhados, pois, apesar de não haver números seguros, mesmo os pessimistas reconhecem que o Brasil irá pelo menos dobrar suas reservas, enquanto os otimistas asseguram que é de petróleo o colchão do gigante “deitado eternamente em berço esplêndido”.

    Tais perspectivas ressaltam a necessidade de que, acima dos interesses do mercado, parâmetros geopolíticos norteiem as discussões sobre um novo marco regulatório para a exploração do pré-sal, tanto nas esferas políticas como empresariais. Propostas de mudanças na atual legislação e exemplos de sucesso em outros países do mundo poderão guiar os passos do governo brasileiro, mas é imperativo considerar que o controle rígido sobre as jazidas e o estabelecimento da cadência de produção são regras comuns em todos os países detentores de grandes reservas de petróleo.

    Esses aspectos de interesse nacional e suprapartidário indicam que a criação de uma CPI, no Senado, para investigar temas que já estão sendo apurados por outras legítimas instâncias de poder não é apenas um movimento que atrai holofotes para palanques eleitorais. É, acima de tudo, um movimento que atende aos interesses de poderosos grupos do setor de petróleo, ao colocar sob suspeição a credibilidade da Petrobrás e do governo brasileiro nessa decisiva e histórica oportunidade de formular e determinar políticas que consolidem a soberania energética do País, assegurando vultosas fontes de riqueza para toda a sociedade.

    Sergio Xavier Ferolla

    • LUIZ MACAEH disse:

      Surpreendente o Estado ter colocado este enfoque. Na verdade, as movimentações envolvendo petróleo SEMPRE foram basedas em questões geopolíticas. Daqui para a frente não será diferente. E os ‘bobos úteis’ estarão sempre apoiando idéias ‘modernas’ a respeito destas questões, sem saber que há interesses escusos apluadindo.

  6. NAVAL disse:

    Isto é um FATO que não pode ser escondido ( todos os meios de comunicação tiveram acesso), este é um DADO que não pôde ser manipulado. Diante do FATO a PETROBRAS é TRANSPARENTE e diante do DADO ”o grobo” , apesar de pequena nota , não pôde furtar-se à VERDADE.

    Não fui eu quem disse, quem disse foi Management & Excellente:

    A PETROBRAS É TRANSPARENTE.

  7. Carlos disse:

    Luiz
    Poste aqui o artigo “Geopolítica versus interesses de uma CPI”.

  8. alexandre disse:

    Os malandros deviam ter colocado na primeira página.
    Esse expediente é velho. Página 6,8 ou 10. bem no cantinho.
    Porque página par costuma passar batido. isto é tecnicamente comprovado. quer esconder a notícia?bota na página par.
    Arre!

  9. Roberto disse:

    Bem escondida né.

  10. Maria Ismeria Nogueira Santos disse:

    Uma noticia tão importante, dada pelo jornal O Globo, sem destaque, num espaço tão pequenuininho… Ô Globo deixa de miséria com as boas noticias que levantam a alma e a auto-estima do povo brasileiro

  11. Marie Lopes disse:

    Parabéns !!! Infelizmente esse tipo de noticia sai bem pequena e em poucos jornais. Precisa ter uma divulgação maior. É por essas e outras que acho uma perda de tempo e dinheiro a CPI da Petrobrás.

  12. Zenon de Araújo disse:

    Mais um soco na mídia…

  13. Carlos disse:

    Copiar / ampliar / creditar a fonte e remeter para editores das organizações O Globo…

  14. Luiz disse:

    Ora, uma notícia positiva em “O Globo” envolvendo a Petrobras! Foi uma cochilada do editor? No início do mes, o Estadão publicou o artigo “Geopolítica versus interesses de uma CPI”, definitivamente fora do seu padrão habitual. É tão inusitado, que merece o registro…

  15. Elísia Tolentino Amaral disse:

    Que orgulho, ver que a Petrobras é lider em transparência.
    P-A-R-A-B-É-N-S!

  16. Lucas disse:

    Chega ser irônico… De qualquer forma é somente uma pequena nota, numa página par, da edição de Terça-Feira.

  17. Felipe disse:

    Uma nota? Imagino a dimensão e a disposição dela na página do globo.

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