Gás natural, a desinformação continua: carta ao JB

15 de novembro de 2009 / 19:01

Sobre o artigo “Gás Natural: o desperdício continua”, de (15/11) do JB, a Petrobras esclarece que entre 1999 e 2008, período no qual a produção de petróleo e gás da Companhia cresceu mais de 60% – de aproximadamente 1,3 milhão para 2,15 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boepd) – o volume de gás queimado, em boepd, reduziu-se de 2,9% para 1,7%. Ou seja, a empresa diminuiu a queima de gás enquanto aumentava a produção de petróleo, o que representa um importante aumento do aproveitamento do gás. O volume de gás queimado hoje é da ordem de 6 milhões de metros cúbicos por dia e está dentro dos padrões aceitos internacionalmente.

Nos últimos anos a Petrobras tem investido na malha de gasodutos para intensificar o transporte do gás. Ao contrário do que foi publicado o gasoduto Urucu-Coari-Manaus tem 661 km de extensão, e não 383 km. Além disso, estão em andamento obras para instalação de 2.437 km de dutos em outras regiões. Esses investimentos demonstram o quanto a empresa considera o gás natural um produto estratégico para os seus negócios, cada vez mais valorizado no mercado doméstico e internacional.

Especificamente sobre o gás associado produzido por suas plataformas, sua redução é um objetivo permanente da empresa, que tem o maior interesse em aproveitar ao máximo o gás associado. A meta do Plano de Negócios é aproveitar 92% do gás produzido até o final de 2010. Finalmente, é importante frisar que não existe produção de petróleo sem queima de gás, que ocorre, em primeiro lugar, por questão de segurança.

Clique aqui para conhecer a produção de óleo, lgn e gás natural em 2009.

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Categorias: Esclarecimento

8 respostas para “Gás natural, a desinformação continua: carta ao JB”

  1. OTTO MORAIS AVELINO disse:

    VAMOS RELEMBRAR AO JB!

    Segurança e operações offshore e em outras plantas de processo, neste seguimento da indústria requer conhecimento até para se comentar. Aconselharia ao JB procurar técnicos específicos nesta área para fornecer informações precisas sobre segurança e o porquê da TOCHA, do QUEIMADOR, FLARE e O SISTEMA DE SEGURANÇA MONITORADO (qualidade e quantitativo da queima) que faz parte de todo um processo de plantas de petróleo e seus derivados.
    1. OTTO MORAIS AVELINO disse:
    25 de outubro de 2009 às 20:07
    ***
    O Queimador
    ***
    Sistema de combustão segura e controlada.
    Garantir a segurança do sistema ou por eventuais dificuldades operacionais, na área de exploração e produção.
    São alguns detalhes que precisa ser esclarecido, quando tocamos no assunto segurança, principalmente quando este tema segurança está relacionado a custo e ao meio ambiente.
    Obviamente a PETROBRAS, segue rigorosamente as normas que regem o sistema de segurança de plantas de processos e de produção de petróleo.
    A complexidade deste sistema é bastante abrangente. O queimador de gás de uma unidade petrolífera engloba todo sistema pressurizado dos vários processos composto pelo petróleo. São vasos separadores, dessalgadoras, permutadores, imensos processos com várias válvulas e linhas.
    Estes equipamentos, linhas (tubulares) e válvulas estão interligadas ao queimador por medida de uma segurança essencial e imprescindível de uma unidade de processo.
    Existem nas várias linhas dos equipamentos, válvulas chamadas de PSV (Válvula de segurança de pressão), em caso de problemas de fluxo, com alteração que atinja o seu ponto de calibração (setpoint), esta se abre e o fluxo é direcionado ao (Vaso do flare) queimador (chamado também de flare). Todos os equipamentos, tem comumente instalado uma PSV (Válvula de segurança de pressão).
    Nas linhas de acesso ao queimador, antes da chama, próximo a tulipa (ponta extrema onde existe a queima), tem instalado as válvulas corta-chama, estas, são de importância significativa ao conjunto, pois em caso de pressão negativa no sistema de queima, ela interrompe a chama. Protegendo não só o sistema de processo, como também seus operadores (técnicos), que tem uma função de alta responsabilidade no perfeito uso do sistema de segurança da unidade operacional (plataforma e plantas de processos).
    No caso do controle da chama e o volume queimado, o monitoramento nas unidades, segue rigoroso procedimento, tanto o volume como a qualidade da queima, resguardando não só o desperdício da matéria prima, mas também a preservação do meio ambiente. ***
    ***************

  2. Beth disse:

    A crise do jornalismo espetaculoso. Pena que só há vida inteligente e corajosa…em Portugal.
    http://www.youtube.com/watch?v=g4BwzPJIe14&feature=player_embedded

  3. Curiosidade disse:

    Quanto ganham pra tamanha desinformação, hein ? É bricadeira, haja saco !

  4. Não é desperdiço de gás Natural JB!… Caso tenha muita dificuldade para entender fica a sugestão:
    1º- Pesquisa todas as respostas referente este tema neste canal de comunicação fatos e dados da PETROBRAS, pois vai encontrar varias respostas para não requentar matérias expor ao ridículo.
    2º- Seguir o manual de redação do jornal caso tenha.
    3º- Contratar uma consultoria técnica no assunto.
    4º- Pesquisar o tema, ter conhecimeto de causa.
    5º- Fazer um curso básico de Química, física, matemática, automação industrial.

  5. Continuação 4:
    A queima de gás na tocha é, portanto necessária, pertinente a industria do petróleo. A PETROBRAS contribui com o futuro do planeta, com meio ambiente, está no dia a dia da empresa. Responsabilidade ambiental faz parte da nossa missão, da nossa atividade fim, trabalhamos para garantir o futuro sustentável das próximas gerações. Estamos fazendo a nossa parte, confira também em:
    http://www2.petrobras.com.br/ResponsabilidadeSocial/portugues/ambiental/

  6. Continuação parte 3:
    Nas salas de controles de operações os sistemas surpervisorios e monitoramento, atuação das operações por profissionais capacitados avaliam permanentemente a operacionalidade da planta de processo. Dispositivos “caixa preta” coleta todos os dados operacionais da configuração de todos os sistemas em operação. O controle significa o ato ou poder de exercer domínio, fiscalizar, supervisionar, manter o equilíbrio das variáveis operacionais. Atuar sobre ele, ou sobre as condições a que o processo está sujeito, de modo a atingir os parâmetros operacionais na qual a planta foi projetada para operar, além de monitoramento e atualização constante diante das várias mudanças da evolução tecnológica, e respeito ao meio ambiente em função da necessidade de maximizar produção, reduzir custos e aumentar a segurança operacional dos equipamentos e das pessoas envolvidas no processo, com visão primordial na preservação do meio ambiente.

  7. Continuação:
    todo comportamento das unidades de produção com os respectivos resultados desejados respaldado por padrões, normas e procedimentos rigorosamente checados e avaliados. Os projetos de automação configuram a lógica operacional aplicável de forma confiável segura e eficiente. Dispositivos com tomadas de pressão, temperatura, vazão, nível, analisadores em linha, elementos primários e transmissão das medidas, devidamente aferidos. Instrumentos e sistemas pneumáticos, hidráulicos, comandos elétricos e eletrônicos e de controle final por válvulas pneumáticas, válvulas solenóide, registradores, indicadores e relés analógicos e digitais, PLC’s, (Programador Lógico de Controle), sistemas de comunicação através de cabos de fibra óptica SDCD’s, (Sistemas Digitais de Controle Distribuído) Várias configurações do projeto de automação e controle aplicáveis em áreas industriais de produção em plataforma de exploração de petróleo ou em uma refinaria.

  8. 29 de outubro de 2009 às 09:38

    A PETROBRAS (uma demanda de R$ 100 bilhões atender programas de atualização de controles e modernização de sistemas em todas as suas áreas de atuação para melhoria do desempenho operacional e proteção ambiental. (Dados do BNDS Setorial, Rio de Janeiro, n.28, p.189-232, set. 2008) Portanto a empresa investe em tecnologias de automação nas unidades de processos que consiste em determinar com precisão variáveis que devem ser manipuladas e em que magnitude e valores desejados a manter o processo produtivo em perfeita sintonia das variáveis operacionais, mantendo as condições primordiais de segurança operacionais dos equipamentos, da interação e integridade do ser humano. Desempenho operacional e preservação ambiental. São inúmeras variáveis operacionais do processo produtivo dos equipamentos, através de redes especificas corporativas intrante industrial, integrando todos os sistemas com gerenciamento de detecção de falhas e ações corretivas, todo comportame

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